quarta-feira, 9 de março de 2011

coração vazio...


Ultimamente vejo os dias a passar....as horas...os segundos.... sinto a vida a passar por mim, e não eu pela vida!!

Há uns meses atrás sentia-me viva.. sentia-me com força para enfrentar tudo e todos! Agora tudo mudou..estou o inverso! Sem forças.. triste... desmotivada...

Perdi o sorriso... perdi a vontade de me divertir.. de voltar a viver.. Sentia o coração cheio... hoje sinto-o vazio...! :(

Tenho dores fechadas em caixinhas...


Tenho dores fechadas em caixinhas

contra mim, contra ti, contra lá,
Contra dos dias que passam a meu lado!


Tenho dores fechadas em caixinhas
contra aqui, contra ali, contra cá,
que me dizem estou aqui, estamos lá!


ah diz-me lá, ah diz-me aqui
Oxalá, oxalá te veja ao meu lado bem aqui ao pé de mim, ao pé de mim....

Não é fácil...

Não é facil fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, mas é preciso que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo;
Amar os que me magoam;
Chorar de saudades sem vergonha de demonstrar;
Sentir a dor do adeus e do que se acaba mas sempre a conseguir ver o encanto do pôr-do-sol.

Charlin Chaplin

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011



"Mas há horas que a tua ausência dá cabo de mim, e que tenho saudades do que passamos, do que dissemos e do que sentimos, mas saudades é o que sempre vamos sentir dos bons momentos do nosso passado, e são tantas as vezes em que só damos valor as coisas quando já não as temos!"

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Quero fazer o elogio ao Amor puro...

Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.

Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.


Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.


Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.


Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?


O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.


O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.


Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.


A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Para ti....

Desde que começou o ano, que não consigo dormir uma noite por inteiro!!!
Hoje é mais uma...!

Todos os dias aparece um motivo que me faça dar voltas e voltas e pensar merda de vida que temos!!!

A vida é injusta... para alguns! Há também aqueles que têm tudo de mão beijada...


Hoje é sem duvida uma das piores noite que vou ter.... Já sei que vai ser só lágrimas e sorrisos de recordações que ficarão para sempre no meu coração!

Cada vez mais perco as pessoas que mais gosto... cada um por seu motivo!

Sei que apesar de distante... vais estar sempre pertinho de mim... porque vais estar sempre no meu coração.. naquele cantinho especial que está reservado em teu nome!

Sei que cada vez que passar pelo nosso «Ponto de encontro» me vou recordar de ti... e vou-me lembrar de momentos desde o dia em que te vi...aquele dia que te deram nas orelhas por chegares sempre atrasado! "se um dia tiver namorada e ela nao kiser esperar.. que se vá embora' ou entao 'nao sabia se era as 18h ou às 18h30.. entao vim às 18h15' ...o dia em que falamos pela primeira vez.. e que disse que so te dava o meu numero em troca de uma serenata! :')

Vou sempre lembrar aquela tarde que fomos até tua casa, e tocas-te e cantas-te para nós...as noites em que te tentei roubar o pin das serenatas...as noites que eu ía à porta do Principe so para te dizer um olá e dar uma beijoca...as sms trocadas... até as nossas brigas!

Hoje soube que te ías embora.... veio-me isto tudo à cabeça.. e as lagrimas aos olhos :'(

Não vou ter mais ninguem para implicar... Não vou ter ninguem para fazer visitas a casa e ser recebida com umas musiquinhas...e uns xupa-xupas em que tu comeste a pastilha! loool...Não vou ter ninguem que me incentive a ir pro Principe beber café... Nao vou ter ninguem a quem possa dizer 'és tao parvoooooooo... e toscooooooo.. mas gosto muito de ti....'...Não vou ter ninguem que apresente o carrapau á lena, e que vá com ela à pesca....Não vou ter ninguem com um bigode como o teu....E nunca vou ter ninguém que me levante a sobrancelha como tu....


Nunca vou encontrar ninguem como tu na minha vida!!!


Obrigada por todos estes momentos.. e muitos mais, que não foram aqui referidos!

Estarás sempre....mas sempre no meu coração!!


LOnge ou perto.... Vou estar sempre do teu lado!!!!


Gosto muito de ti tosco!!!


Beijnhos*

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Paixão...


Paixão é uma infinidade de ilusões que serve de analgésico para a alma.


As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar;


outras vezes podem fazê-los fragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras nem novas descobertas.



Voltaire